terça-feira, 27 de março de 2012

desafio: estou quase lá.

Quem acompanha o blog, viu na postagem sobre o final de Fina Estampa ,http://brincdeescrever.blogspot.com.br/2012/03/o-fim-de-fina-estampa-que-decepcao-em.html
que eu me desafiei a reescrever o ultimo capítulo da novela que como todos sabem foi um fiasco total.  Não achei justo, um novelão como aquele acabar daquele jeito. Por isso decidi escrever o final que gostaria que Fina estampa tivesse e agora neste exato momento estou preparando o ultimo capitulo, passei o final de semana inteirinho trabalhando neste capitulo e com a ajuda de meu fiel parceiro Raul, estou quase perto de escrever fim.  Bom não é querendo me gabar, mais ta ficando "bão" em. Muita coisa muda do capitulo original para esse, como o final de Tereza Cristina, de Baltasar, e o segredo de Crô, no meu capitulo é sim revelado. A cena final  é muito diferente e tem até show de funk, julgamento e parto triplo, e um bom barraco. Quer saber como poderia ter terminado esta historia, não deixe de nos visitar. Era pra ter postado hoje, mais como to tendo que me virar com o pouco tempo que tenho, não consegui, mais amanha sem falta, posto aqui o ultimo capitulo de Fina estampa e eu garanto vai deixar o que o Aguinaldo escreveu no chinelo. Claro tudo não passa de uma homenagem a ele, pois apesar dele ter "cagado" no final de Fina estampa, continua sendo um grande autor.  ENTÃO É AMANHA EM, O GRANDE FINAL DE FINA ESTAMPA. 
SÓ AQUI NO MEU BLOG,  BEBE. 

Até mais. Bjos e abraços queridos. 

iahuuuuuuul, Avenida Brasil é um máximo.

Por Rafael B. Santos


"Gentem" , o que foi aquela Estreia? Estou arrepiado até agora. O primeiro capitulo de Avenida Brasil foi um verdadeiro show do inicio ao fim. Para mim foi impecável, não tenho do que reclamar. Atuações perfeitas, a historia é uma delicia de se ver, tudo na medida certa, humor, drama, suspense e ação. Carminha, arrasou, sem duvida uma vilã pra deixar Flora no chinelo, aquela cena dela com a pequena Mel maia foi dramaturgia pura. E a sequencia do roubo que Genésio, o nosso mestre Tony Ramos sofreu. Parecia coisa de filme. As imagens, a fotografia. O cenário do Divino, maravilhoso, espetacular. Monalisa arrasou também. Tufão, ja provou que vai ser um personagem cativante. Ha e o que dizer de Cadinho e suas duas esposas: simplesmente HILÁRIO. meus olhos brilhavam a cada cena, a cada fala. A abertura um SHOW, dá-lhe kuduro. Então é isso, já sou fã da novela, que sem duvida vai dar uma levantada nas novelas globais (é o que eu espero). Confio no João Emanuel Carneiro e sei que ele não vai decepcionar, confio também na direção e no elenco, e acima de tudo na trama. Então é isso, eu gostei e você? Agora é aproveitar e não perder um capitulo de AVENIDA BRASIL. 

Abraço. 

segunda-feira, 26 de março de 2012

Que venha ele: João Emanuel Carneiro, o autor da vez.

Por Raul Senger



Podemos chamá-lo de autor revelação dos últimos tempos, João Emanuel Carneiro, esse é o nome da fera que estará de volta a partir desta segunda 26/03/12, ele irá nos apresentar com " Avenida Brasil", que promete trazer bons personagens e uma super história que tem como fio condutor a vingança. Avenida Brasil terá Débora Falabella como protagonista e Adriana Esteves como vilã, que já esta gerando bastante expectativa.
         Podemos dizer que João Emanuel está "engatinhando" na arte de escrever novelas, "Avenida Brasil" será a quarta novela de João, mas, mesmo com menos de dez anos assinando como autor principal, ele já tem um currículo repleto de sucessos. "Da cor do pecado" (2004), foi seu primeiro sucesso (sucessão), que deu início a sua carreira. Quem não se lembra dos irmãos sardinhas e do pai Helinho? É impossível esquecer, não é mesmo? "Da cor do pecado" trouxe a primeira protagonista negra da Rede Globo, interpretada pela atriz Taís Araújo. Sem contar que a novela registrou excelentes índices de audiência, marcando 43 pontos, desta forma "Da cor do pecado" subiu ao pódio de 1° lugar na audiência das 19h (recorde ainda não batido).
      O sucesso de seu primeiro trabalho foi tanto, que em 2006, João, volta com "Cobras e lagartos", também no horário das 19h. Sua segunda novela, tanto quanto a primeira, foi um enorme sucesso que também trouxe personagens memoráveis, como o espevitado "Foguinho", interpretado pelo ator Lázaro Ramos. O sucesso de “foguinho" foi tanto que a trama recebeu indicação ao Emmy de 2007, pela atuação do ator. Também tenho que citar a grandiosa Luxus, loja de roupas e jóias que serviu de cenário para várias cenas da trama. Luxus também foi cenário para a morte da vilã Leona (Carolina Dieckmann), que depois de encher a loja de explosivos, morre no desmoronamento causado pelo o incêndio.
       Com todo esse sucesso no horário das 19h, João recebe o convite de escrever uma novela para o horário nobre das 21h. Foi aí que nasceu "A Favorita" (2008), que constatou a capacidade de João como autor. Com as personagens Flora e Donatela, que fizeram um estrondoso sucesso, João alcançou o ápice de sua carreira e se consagrou como o Autor revelação da década. Depois de três anos de seu último sucesso, João Emanuel Carneiro, Volta! Volta trazendo “Avenida Brasil”, que tem tudo para ser mais um gigantesco Trabalho Agora me diz uma coisa, se o João ainda está  “engatinhando", imagina só quando ele começar a dar os primeiros passos? Eu, no papel de fã, telespectador e futuro autor (Se Deus quiser), só tenho que desejar boa sorte para que a história de João ganhe mais uma vez o gosto do público. Tenho que confessar que estou louco para começar a percorrer os caminhos de " Avenida Brasil" E você? O que você está esperando de sua nova novela das nove?



Fico por aqui,
Abraço


domingo, 25 de março de 2012

Ele se foi

O brasil sofre a perda de um grande brasileiro, do pai do humor e da comedia. Chico Anysio sera lembrado para sempre não só pelos seus inúmeros personagens, mais pelo seu trabalho primoroso, e pelo seu sorriso, capaz de levar a alegria para milhares de Brasileiros. 



Vai em paz Chico, nosso eterno Chico. 

sábado, 24 de março de 2012

O Fim de Fina Estampa: Que decepção em Rum!

Por Rafael B. Santos



Olá caros leitores, estou eu aqui, penando pra escrever este texto. Pois pela primeira vez, vou usar meus dedinhos pra escrever uma critica da novela que eu adorei assistir do capitulo 1 até o 184. É uma pena, mais tenho que admitir que o ultimo capitulo de Fina Estampa que foi ao ar ontem, sexta dia 23, foi decepcionante, e  realmente foi o pior capitulo de toda a novela. Afinal o que deu no Aguinaldo gente (para em)? deixou todo mundo morto de curiosidade, sobre o amante de Crô, e aquela cena do naufrágio do barco de Pereirinha. Esperava um naufrágio digno de Titanic. Não mostrou nem o barco afundando. E pra onde foram os outros personagens da historia. Alexandre o professor garanhão sumiu, Zambeze tadinha terminou a novela sem nenhuma função na historia. Tia Iris não deu as caras. Nem um parto triplo, de Patricia, Amália e Teodora teve, já tava até imaginando as três juntas gritando de dor com as contrações ao mesmo tempo e Griselda em volta das três. E a decisão sobre a guarda de Victoria? Foi tão rápido que se eu piscasse um pouquinho nem via. Bom Patricia e Renê Jr, não sofreram nem um pouquinho com a suposta morte da mãe. Nem a dona Isolina (acho que esse é o nome dela) encontrou um bofe como queria. Também queria ter visto Dra. Danielle fazendo um parto de uma africana, já imaginei ela de pano na cabeça pedindo pra mãe fazer força (hahaha). Não teve nem uma cena mais especial entre Paulo e Ester, Amália e Rafael, Quinzé e Teodora. E aquela enrolação que foi a luta do Wallace (tédio). O final de Renê e vanessa foi morno. O de Griselda e Guaraci, também, não teve nem o casamento dos dois, eu podia jurar que iriamos ter o Pereirão entrando na igreja de noiva, já que ela disse que quando casou pela primeira vez, casou de camisola e com sapato emprestado. faltou uma grande festa no final, digna de Griselda. E é claro um final emocionante e impactante para Tereza Cristina, digno da grande vilã que ela foi. Um final como o da eterna Naza. Sei lá, eu esperava ver ela afundando no mar, ou morrendo no incendio. Ou quem sabe capotar com o carro naquela perseguição pífia. Bom apesar de tudo o que disse, claro teve cenas que eu adorei e que valeu a pena ver, e que fizeram com que o final não fosse ruim de todo. Cenas como, o discurso de Griselda, apesar de batido foi emocionante, com aquelas cenas dela do inicio da novela, adorei.  A cena da despedida do Crô e Tereza Cristina, também foi linda. E a cena dele abraçando Baltasar, dele recebendo a noticia de que estava rico, e das picuinhas dele com Baltasar também foram como sempre HILÁRIAS. e é claro a morte de Ferdinard também gostei. as tiradas de Tereza Cristina, como sempre me fizeram rir. Aquele "Cagona" que ela soltou pra Paty, nossa impagável. E a cena final, a volta de Tereza Cristina e Griselda apontando a chave de Grifo pra ela, foi bem ousada, não foi ruim, foi diferente. Então é isso fico triste pelo final, mais mesmo assim vou sentir falta da novela. Novela que ha muito tempo não se via. Ha e nota zero pra esse tipo de publico que só sabe falar mal e reclamar, dos autores. É como já disse, vão criar a novela do jeito que querem, já que são tão sabichões. Pra quem quer ser novelista, fica cada vez mais difícil acreditar nesse sonho, já que o povo não sabe mais o que quer, povo mais insatisfeito. Apesar deste final, pra quem gostou, Fina Estampa vai marcar muito. Que venha Avenida Brasil (logo um post sobre o autor da vez "João Emanuel Carneiro").



Bom, agora venho aqui me propor a escrever o ultimo capitulo de Fina Estampa do jeito que eu gostaria que fosse, e do jeito que muita gente gostaria que fosse. É um desafio, até semana que vem, eu posto aqui o capitulo. Já postei uma cena de Tereza Cristina no inferno apesar de não ter repercutido do jeito que eu queria (bua, bua, bua), vou insistir. Conto com a ajuda de vocês, comentem, mandem opiniões e me ajudem a escolher o melhor final para Fina Estampa. Até semana que vem, se eu não postar, me cobrem por favor. É um desafio que lanço a mim mesmo. Deus me de força. Até mais. Fico por aqui

Abraços.





quarta-feira, 21 de março de 2012

Final de fina estampa: Tereza Cristina chega ao inferno e conhece colegas vilãs

Por Rafael Barbosa dos Santos


Olá pessoal, estava com vontade de postar algo, mais confesso estar sem inspiração portanto resolvi fazer um vale a pena ver de novo aqui no blog. E resolvi publicar novamente, uma cena em que a vilã louca de fina estampa, Tereza Cristina chega ao inferno e é recebida por suas colegas vilãs, entre elas está Altiva, Laura Prudente da costa, Flora e claro Nazaré! Foi uma cena que saiu dessa minha cachola maluca, me diverti escrevendo, e espero que se divirtam lendo! Posto essa cena também comemorando as mais de 10.000 visitas do Blog! Lá vai:



CENA 1/INFERNO/EXTERNA/NOITE.

Lugar sombrio e assustador. Fogo para todos os lados, pessoas com caras de zumbi. Outras com o garfo do demo cutucando outras. Gente vagando para todos os lados, sem rumo. Ouve-se gritos. Enfim é o inferno. CAM vai buscar Tereza Cristina, caminhando entre essas pessoas, meio perdida, olhando de um lado para o outro sem saber onde está.

T. CRISTINA – Ai que lugar horrível é esse, esse fedo de enxofre ta irritando meu nariz, (para uma mulher que passa ao seu lado), deve ser você não é minha filha, não tinha desodorante em casa não, inferno. (se irrita), Pelo visto, hoje o dia vai ser quente bebê.

Neste momento, uma moça se aproxima, essa moça é Laura Prudente da costa (celebridade). Vai se colocar diante de Tereza Cristina. 

LAURA – Perdida minha filha?

T. CRISTINA – Não sou sua filha sua loira aguada e nem pedi sua ajuda.

LAURA – Escuta aqui o perua, me respeita em.

T. CRISTINA - E porque eu deveria?

LAURA – Porque eu sou Laura Prudente da costa, uma celebridade.

T. CRISTINA – A é, você celebridade? (debocha) apareceu nua na web cam queridinha?

LAURA – Você é bem abusada né não, por isso que ta aqui.

T. CRISTINA - Vem cá ou loirinha, já que dirigiu a palavra a minha linda pessoa, me diz que lugar é esse?

LAURA – Você não sabe mesmo?

T. CRISTINA – Claro que não biscate se não eu não te perguntava. Que inferno de lugar é esse.

LAURA – Você acabou de dizer, aqui é o inferno

T. CRISTINA – Inferno (assustada), você ta tirando com a minha cara, não é sua/

LAURA – To não perua, aqui é o inferno, morada dos mortos, é pra cá que gente como nós vem.

T. CRISTINA – Gente como nós, ta me comparando a você e a essa gente feia?

LAURA – É isso ai, como nós, a perua deve ter aprontado muito hein, (debocha). Pois é, a senhora morreu, e vai passar por toda a eternidade aqui, seja bem vinda.

T. CRISTINA – Não, não pode ser, eu quero sair daqui (histérica).


LAURA – Não dá, você vai se acostumar, todo mundo se acostuma.

T. CRISTINA – O que eu fiz pra merecer isso?

LAURA – Na certa apronto com alguma mosca morta indefesa.

T. CRISTINA - Eu não posso pagar, por tentar eliminar uma macaca selvagem da face da Terra.

LAURA – Tu ta aqui pelo mesmo motivo que todas nós. Olha em volta.

Tereza Cristina olha, PV dela. CAM vai mostrando as vilãs que Laura vai indicando.

LAURA – Aquela ali é a Barbara, ta aqui só porque maltratava uma neguinha que roubou o homem dela, aquela outra ali é a Ivone a psicopata, há ta vendo aquela senhora ali aquilo é o cão, a mestra Odete Roitman.

T. CRISTINA – Mestra?

LAURA – É colega, mestra querendo ou não é a inspiração de todas nós. Há olha aquela lá, com aquele anelzinho é a Adma, aquela fazia a limpa na cidade onde ela morava com o veneno de rato que ela guarda naquele anel.

T. CRISTINA – Que criativa, (humorada) devia ter usado isso contra aquela macaca bigoduda.

LAURA – Vixi ai vem a beata encapetada.

CAM vai buscar Perpetua que se aproxima.

PERPETUA – Quem é essa?

LAURA – É nova aqui.

PERPETUA – Vixi Maria, também de cara de quenga.

T. Cristina – Quenga eu?

PERPETUA – Isso mesmo, quenga sim, por isso que tão no inferno, aquelas muié da casa da luz vermelha tão tudin aqui, perto do catimbozeiro.

T. CRISTINA – E a senhora, esta aqui por quê? Pelo que posso ver é uma beata, agora me diga o que uma beata estaria fazendo no inferno com essa roupa preta neste calor horrível?

PERPETUA – Eu tava dominada por espírito ruim, e desviei o caminho, mais eu creio em Deus meu pai e ele há de me tirar daqui.

LAURA – (ri) Chega perpetua não adianta mais, tu ta no mesmo barco que nóis, sua safada. vem cá (pra Tereza Cristina), Sabe o que a Perpetua escondia dentro de uma caixa branca?

T. CRISTINA – O que, quero saber?

PERPETUA – òia o que cê vai falar sua quenguinha.

LAURA – Ela esconde o/

PERPETUA – Cale essa boca.

Neste momento Nazaré entre em cena.

NAZARÉ – Abre a roda que a Naza ta chegando.

PERPETUA – Chego a dama da putaiagem.

NAZARÉ – Sua invejosa, eu não tenho culpa se eu sou gostosa pra dedeu, se o tempo só me valoriza, e se eu sou do jeito que o Diabo gosta.

T. CRISTINA – Hum quem é a periguete?

LAURA – Essa é terrível.

PERPETUA – Eu vou tratar de sair de perto desse bando de QUENGA. Fui.

Perpetua sai.

LAURA – Vou deixar vocês duas a vontade que eu acho que vocês tem muito o que conversar, vou atrás do meu mixê. By by. (T) Marcos, sua cachorra ta chegando.

Laura sai. Tereza Cristina e Nazaré ficam se encarando.

NAZARÉ – Fala ai colega, a fim de papo?

T. CRISTINA – Obrigada, não costumo conversar com flagelada de baixo nível.

NAZARÉ – Me respeita em sua morcega com cara de vira lata metida a fina, songa monga, insuportável, me respeita em, você ta falando com a Naza. E flagelado, esse apelido é meu. Por falar nisso ouvi falar que você fica me imitando, te empurro da escada em.

T. CRISTINA – Eu te imitando, hahahaha só se eu fosse louca.

NAZARÉ – Engraçado, você tem cara de louca.

T. CRISTINA – eu não sou louca, te enfio meu salto agulha você pode imaginar onde.

NAZARÉ – Calma, calma, até que gostei de você colega, acho que a gente tem alguma coisa em comum, a gente até podia se dar bem. Ta aqui porque, cruzou com uma anta da vida por aí?

T. CRISTINA – Tinha uma macaca portuguesa, que saiu não sei de onde pra me infernizar, agora aquela bigoduda ta lá, feliz, bancando a honesta e eu to aqui.

NAZARÉ – Te entendo sabia, é sempre assim, os bonzinhos, sem graça, sem sal (Poe o dedo na goela), ai so de falar me da vontade de vomitar, eles sempre se dão bem, agora nós, que agitamos, que fazemos o negocio ferver do jeito que o povo gosta, sempre se da mal no final. Aquela maldita anta nordestina, roubou a minha filhota, deve ta la no covil dela, com a matilha toda reunida. E eu so fiquei com o pedreiro dela que não servia pra nada.

T. CRISTINA – Jura, eu também fiquei com o peixeiro da anta portuguesa, e o robalo dele até que vale a pena.

NAZARÉ – Safada (ri).

As duas batem as mãos cúmplices, caem na risada. De repente Altiva se aproxima.

ALTIVA – Well, uma novata.

T. CRISTINA – (irritada) Há não, não é possível, até aqui a titia sangue- suga vai me infernizar, nem no inferno eu tenho paz.

ALTIVA – Eu sua tia, abirolou de vez foi?

T. CRISTINA – Você não é a tia Íris?

ALTIVA – Oxenti my God, nunca vi esta tua tia mais gorda. Eu sou Maria altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque, de Grenville.

T. CRISTINA – Nossa impressionante a semelhança.

NAZARÉ – garanto que é pior que a sua tia.

T. CRISTINA – Há não, eu não agüento uma Tia Iris numa versão pior.

NAZARÉ – tem que reclamar pra aquele senhor de cabelos brancos, o pai de todas nós o tal do Aguinaldo Silva.

TEREZA CRISTINA – A cacatua histérica, seria gente finíssima se não me mandasse pra cá.

NAZARÉ – Quem disse que foi ele quem mandou?

De repente começa uma correria, gente para todos os lados, um fogo enorme se faz no fundo.

ALTIVA – Vixi vai começa o pisero.

T. CRISTINA – O que esta acontecendo?

NAZARÉ – é ela

ALTIVA – Eu vou é sair daqui, fui, lets go. 

Altiva vai indo. Close em Nazaré assustada com suas caras e bocas.

NAZARÉ – Há não, essa mulher de novo não.

T. CRISTINA – de quem você ta falando bebe?

NAZARÉ – è ela, aquela com cara de anjo e alma de demônio. Ela é pior que todas nós juntas, dela até o diabo tem medo, pior que ela, só uma tal de Carminha que deve ta pintando por ai. Eu vou é sair daqui, uma dama como eu deve saber à hora de se retirar e sair de cena linda e loura e a hora é agora, você devia fazer o mesmo perua. Fui.

Nazaré sai correndo. Tereza Cristina fica perdida, entre as pessoas que não param de correr.

T. CRISTINA – mais quem é essa mulher afinal.

FLORA EM OFF – Sou, eu o seu maior pesadelo.

CAM fecha no rosto de Flora.

FLORA – Hum novata, acho que você vai ser a minha favorita (risada diabólica).

Tereza Cristina se vira bruscamente, vemos Flora ao fundo diante de um imenso fogaréu.

T. CRISTINA – Eu quero sair daqui, eu quero meus sapatos, minhas camisolas, minha suíte máster, meu robalo, só quem pode me ajudar é ele, aquela biba, CRODOAAAAAAAAAAAAAALDO!

CORTA RAPIDO PARA:

CENA 2/MANSÃO VELMONT/SUITE MASTER/INTERNA/DIA.

Ligar áudio pela cena anterior.
Vemos Crodoaldo e Baltazar deitados na cama. Crodoaldo se levanta rapidamente, assustado.

CRO – Era ela, ela me chamou eu ouvi (da aquele seus gritinhos hilários).

BALTASAR – o que a bichinha tem pra ta gritando desse jeito logo cedo, eu quero dormi pô.

CRO – me respeita em, que eu sou sua patroa agora.

BALTASAR – mais é a mesma gazelinha de sempre.

CRO – Ai para em, para, você devia me fazer um cafuné zoiudo, um carinho, dar um beijinho.

BALTASAR – Vou da é um tapa nessa tuas fuça.

CRO – Zoiudo mal, sou Celeste não em, insensível, acabei de ter um pesadelo horrível, to até ovulando, tive a sensação de ter ouvido minha rainha do Nilo que agora dorme o sono profundo, a essa altura já virou múmia.

BALTASAR – Como ela te chamou bicha burra, a madame ta morta.

CRO – o corpo nunca foi encontrado em, Rum.

BALTASAR – mais ela morreu graças a Deus e deixou você aqui no bem bom, a essa altura ela já virou rango dos vermes e de tudo quanto é minhoca.

CRO – comida de peixe, ignorante ela morreu no mar. (tempo), os peixinhos devem erguer as nadadeiras pro céu e agradecer a carne de primeira.

BALTASAR – carne de pescoço isso sim.

CRO – tadinha da minha rainha, deve ta fritando la embaixo, ai que fim triste. (chora, daquele jeito).

BALTASAR – Chega de viadagem vai.

CRO – ta bom eu paro, mais so se você me da um beijinho.

BALTASAR – há para com isso em.

CRO – Eu sei que você gosta, não tem ninguém aqui e aqui não é o bbb, tamos so nos dois, vai pode beijar, meu zoiudo preferido.

BALTASAR – Você gosta né, vem ca que eu vou te pegar de jeito, e te fazer mulhersinha.

Baltasar agarra CRO.

CRO – Ai devagarinho, eu sou sensível.

BALTASAR – Agora agüenta.

Os dois se cobrem com o lençol. Movimento na cama. CAM vai descendo fecha nos pés dos dois. Vemos a tatuagem de escorpião no pé de Baltasar.

FIM.

É isso ai se leram até aqui espero que tenham gostado. Fica a dica pro Aguinaldo. 

Fico por aqui, até mais. 




segunda-feira, 19 de março de 2012

Cena: Minissérie Para sempre

Ola amigos leitores, venho postar agora mais uma cena da  minissérie, Para sempre, que estou escrevendo (pelo menos tentando). postei uma cena do capitulo 3, onde o pai tem um arranca rabo daqueles com o filho. Fiquei meio desapontado pela falta de comentários, mais tudo bem, eu supero. Vou postar outra cena em, espero que desta vez comentem. Esta é a cena 17 do primeiríssimo capitulo, cena emocionante das duas irmãs Luíza e Luana, espero que gostem.


CENA 17/CASA DE ANÉSIO / QUARTO DE LUÍZA/ INTERNA/DIA.

Luíza e Luana estão no quarto. Luana sentada em uma das camas. Luana de óculos escuros. Luiza em pé.

LUANA – Você devia ter aceitado o convite das suas amigas.

LUIZA – Eu não tenho a mínima vontade de sair atrás de roupa, fica experimentando sabe, não vejo graça nisso, já as meninas adoram.

LUANA – Elas são suas amigas, e elas ficam tristes por você não sair com elas. Acho que elas ficam achando que sou eu que não deixo você ir.

Luiza se senta ao lado da irmã. È bastante carinhosa.

LUIZA – Não fala bobagem minha irmã, pode ter certeza que as meninas me entendem e sabem que se eu não saio é porque eu não quero, porque eu não tenho vontade.

LUANA – Eu sei que não é isso, você não sai, por minha causa, porque não que me deixar aqui, porque fica preocupada comigo. (triste) eu sei que eu te dou muito trabalho, e que você tem vontade de sair, de passear, mais eu fico te empatando.

Luiza passa a mão no rosto da irmã, bastante maternal.

LUIZA – Não fala isso, Luana... Você é minha irmã, a única pessoa que eu tenho, você é tudo pra mim, e você não me da trabalho nenhum (se emociona), eu gosto de ficar aqui com você, de te fazer compainha, de conversar com você... O minha irmã eu te amo tanto.

LUANA – Eu também te amo, e é por isso que eu não quero que você coloque sua vida de lado, por causa da minha vida, você não tem culpa que eu sou cega, eu queria poder cuidar de você, como você cuida de mim, o problema é que nem isso eu posso. Eu vou empatar a sua vida pra sempre.

Luana não consegue controlar a emoção. Luiza vendo a irmã chorando. Também cai em lágrimas. Luiza abraça a irmã. Choram juntas. Ficam caladas por um tempo. Luiza larga Luana, segura o rosto dela.

Luiza – Nunca mais diga uma coisa dessas, eu te amo, e esse amor que une nós duas, é a minha melhor alegria, nós duas só temos uma a outra, é por isso que eu cuido de você, e eu não cuido por obrigação, eu cuido  você é a coisa mais importante pra mim. E eu sou feliz por ter você do meu lado minha irmã (coloca um sorriso no rosto) quando os nossos pais morreram, lembra o que agente prometeu uma pra outra.

LUANA – Eu nunca vou me esquecer, você tinha acabado de me dizer que o papai e a mamãe tinham morrido. Eu já não enxergava nada, tava desesperada, você pegou minha mão, me deu um beijo no rosto, e disse: não tenha medo minha irmã, eu estou aqui, e enquanto nós estivermos juntas, tudo vai ficar bem. (tom) Eu tive medo, mais você sempre estava lá, pra eu me apoiar, você foi os meus olhos, você me deu força, me fez superar tudo e me fez acreditar que agente podia ser feliz.

LUIZA – (ainda bastante emocionada) Nós prometemos que nunca iríamos nos separar, e que uma sempre iria estar com a outra em todos os momentos. E é assim que tem que ser, eu nunca vou te deixar minha irmã, e eu não quero que você se culpe por nada. Eu não sofro por perder um passeio ao shopping, ou uma balada qualquer. Agora eu sofro quando eu não estou perto de você, sabendo que você precisa de mim.

Luana passa a mão no rosto de Luiza. Ela tateia o rosto da irmã e limpa as lágrimas dela.

LUANA – você é minha irmã, minha mãe e minha melhor amiga, além de ser os meus olhos. (sorri)

Luiza e Luana se abraçam novamente. Luiza limpa as lágrimas de Luana. Levanta e se recompõe.

LUIZA – Chega de chororô, quero te mostrar uma coisa.

Ela caminha até o guarda – roupa abre e pega um vestido. Um lindo vestido branco de renda. Simples mais lindo.

LUIZA – Lembra daquele vestido branco da mamãe, todo de renda.

Luiza Poe a mão de Luana no vestido.

LUANA – Claro que eu lembro, é lindo e ela adorava usar, ela vivia dizendo que um dia ele ia ser seu.

LUIZA – Então, eu vou usar ele na minha formatura, é só mandar pra uma costureira fazer uns ajustes, e eu tenho certeza que ele vai ficar lindo.

LUANA – Eu até posso imaginar, vai ficar uma princesa.

LUIZA – Você vai estar lá, do meu lado quando eu me formar.

LUANA – Claro que eu vou estar lá, pra aplaudi a minha irmãzinha.

De repente, a porta do quarto se abre. Anésio o tio das meninas, uma figura truculenta aparece, ele é ríspido.

ANÉSIO – sua tia ta chamando pra almoçar, vão logo antes que a comida esfrie e lavem o que sujar.

LUIZA – Pode deixar tio, agente já vai.

Anésio sai e fecha a porta.

LUANA - A parte chata da nossa história é que tem um tio que não faz questão nenhuma de esconder que agente não é bem vinda na casa dele.

LUIZA – Pois é mais pode ficar tranqüila, acabei meus estudos, agora eu vou arrumar um emprego, vou estudar mais, e logo eu vou ter dinheiro pra gente poder pelo menos alugar uma casinha, até agente ter a nossa. Daí só vai ser nós duas, e não vai ter tio rabugento nenhum pra fica incomodando. Eu prometo.

LUANA – Eu não vejo a hora.

LUIZA – Então vamos lá almoçar né.

Luiza ajuda Luana a levantar. As duas seguem conversando, sorrindo e cúmplices já FORA DE ÁUDIO.

Corta para:

Vem ai cheias de charme.

Por Rafael B. Santos

Estou na expectativa pra essa novela, talvez por ter Taís Araujo como protagonista, uma das minhas atrizes preferidas, e também pela volta de Claudia Abreu as novelas. Bom o que sei é que tudo indica que será uma novela alto astral, alegre e bem musical. Filipe Miguez e Izabel de Oliveira autores estreantes (boa sorte a eles), prometem ousar e chamar atenção em sua primeira novela. Apesar de sentir falta de grandes nomes no elenco, acredito que a trama cairá no gosto do publico. Torço muito pela novela, pelos autores, pelo elenco e que cheias de charme levante o horário das 7 que anda meio caidinho desde Tititi (apesar de Morde e Assopra ter segurado a peteca e de eu ter gostado da historia). Enfim é isso, adorei o teaser e pra quem não viu, assistam e vejam elas: Leandra leal, Taís Araujo e Isabelle Drummond as estrelas da historia.


sábado, 17 de março de 2012

Uma cena da minha minissérie Para sempre.

Por Rafael Barbosa dos Santos.

Bom, pessoal desculpem, a demora, fiquei sem postar nesses últimos dias, porque fiquei dodói, e minha vida ta uma correria. Mais agora estou aqui, sentado no computador, com os dedos coçando pra começar a digitar e escrever algo. Bom já disse antes, que em breve postaria textos meus. Já tenho vários escritos, e agora pensei que seria um bom momento para publicar alguns deles, mais ao meso tempo fico um pouco inseguro, imaginando o que as pessoas vão achar quando ler, se vão gostar ou não, se vão elogiar ou criticar, enfim, o que sei é que gosto de escrever, e que cada vez mais tenho a certeza que é com isso que quero trabalhar no futuro. Quero deixar claro, que estou muito feliz com esse blog e em poder compartilhar com vocês o meu sonho, eu sinto que isso me ajuda a amadurecer e me aprimorar. Portanto sou grato a todos que estão lendo o blog e que estão gostando. E agora vou colocar aqui, uma cena que escrevi para uma minissérie em que estou trabalhando. É a historia de um grupo de jovens que terminam o ensino médio, e que começam a se deparar com as dificuldades da vida, com os dissabores, com os amores, com os problemas, com as diversas situações que a vida impõe. 3 anos depois, esses jovens agora mais maduros, continuam tentando resolver e superar seus problemas. O grande conflito da historia se dá quando a amizade que une esses jovens, estremecer, e ficar abalada apos uma série de acontecimentos. E a questão principal da trama é:  mesmo com todos os problemas, com as mágoas, perdas, sofrimentos, nada é capaz de acabar com aquilo que é para sempre. Enfim, vou postar agora uma cena do terceiro capitulo, em que ocorre uma briga entre pai e filho. O jovem Murilo é um do grupo dos protagonistas, que nunca conseguiu se entender com o pai, um politico autoritário. espero que gostem. (se não gostarem, mintam e dizem que gostaram: brincadeirinha)

CENA 17/MANSÃO DE AUGUSTO/ESCITORIO/INTERNA/DIA.

CAM abre mostrando Murilo que adentra ao escritório. Ouvimos em off, seu pai ao telefone.  

AUGUSTO (EM OFF) – Mais agente precisa resolver isso logo, eu não tenho tempo a perder...

Corta para Augusto, em sua mesa, com toda sua pose, falando ao telefone, está de costas para Murilo.

AUGUSTO (AO TEL.) – (autoritário, agressivo) Vamos agilizar isso ai... (Tom) Se vira meu amigo, você é pago pra isso.

Augusto se vira e olha Gustavo, faz sinal para o filho esperar. Close em Gustavo, contrariado.

AUGUSTO (AO TEL.) – Olha aqui, faça o seu serviço direito, eu quero estes panfletos prontos, até semana que vem, preciso andar com a minha campanha... Olha eu vou ter que desligar agora, Não fica dormindo no ponto não... Depois agente se fala, passar bem.  

Augusto desliga o telefone, e coloca com tudo na mesa.

AUGUSTO – estou cercado de incompetentes, preciso fazer uma limpa na minha equipe.

MURILO - O senhor queria falar comigo,

AUGUSTO - Queria sim, eu gostaria de saber o porquê você não foi para faculdade, eu já estou sabendo que você anda faltando e olha que só esta no inicio do curso, o que é que você quer em moleque, ta pensando que o meu dinheiro é capim. 

MURILO – Eu quis faltar hoje, não tava me sentindo bem.

AUGUSTO - Há então o playboisinho resolveu faltar a faculdade (hostil) não tava se sentindo bem, escuta aqui seu vagabundo (tom) eu não pago a sua faculdade, pra você ficar em casa com o talo pra cima rapaz,

MURILO – Olha pai, eu não/

AUGUSTO - E cala essa boca, seu irresponsável, quem vai falar sou eu, eu já estou cansado desse seu comportamento de moleque, quando é que você vai crescer em, você é meu filho, e eu não sou um qualquer, eu sou Augusto Sampaio, (tom) eu vou me eleger a deputado, e ai como é que fica a minha reputação? Como vai ficar a minha cara quando meus eleitores souberem que o meu filho, não passa de um garotinho de merda que só sabe fazer besteira/

Durante o diálogo, vemos Murilo se segurando, olhos lacrimejados. Finalmente reage.

MURILO – É com isso que você se preocupa não é, só com o poder, com a sua reputação, com a sua política, (tom) em nenhum momento você se importa comigo, aliás, você nunca se importou, se eu sou um fracasso como filho, é porque você é um fracasso como pai, se é que você é um pai, porque realmente pra mim você nunca foi um/

AUGUSTO – E o que é que você quer que eu faça, em filhinho do papai (debocha), que eu pegue você no colo, que eu brinque de cavalinho, que eu conte historinha pra voce dormir, é isso.

MURILO – Já esta um pouco tarde pra você fazer isso, não acha.

AUGUSTO – escuta aqui, você devia erguer as mãos pro céu e me agradecer porque eu te dei tudo, e você jogou tudo no lixo, os melhores brinquedos, as roupas mais caras, computador de ultima geração, carro, moto, paguei os melhores estudos, mais você nunca deu valor.

MURILO – (TOM) Você só fala nisso, adora bater no peito pra dizer o quanto você gastou, o quanto você me deu, pois isso é o mínimo que você podia fazer, porque de alguma forma você tinha que compensar a porcaria de pai que você foi/

AUGUSTO – (grita) Cala essa boca, seu merda.

Murilo tenta conter o choro. Augusto tenta se recompor. Tempo dos dois se olhando.

AUGUSTO - Você é uma vergonha, eu não mereço um filho como você.

MURILO - Nem eu mereço um pai como você, acho que ninguém merece, (tempo) quer saber eu vou embora dessa casa o mais rápido possível, porque eu não te agüento mais.

Murilo da as costas. Augusto revoltado grita:

AUGUSTO – Isso vai, vai embora mesmo, e eu quero como é que você vai se virar,  

Augusto respira fundo, se senta mais calmo.

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Participem

Vamos la gente, vamos participar, vamos seguir.
Até o fim do mês, quero ter pelo uns 25 membros, vamos lá em.
Conto com vocês, comentem, critiquem, elogiem, enfim, nos ajudem a oferecer um blog de qualidade.
Obrigado, Abç a todos.

E la vou eu escrever. (adoro)